
Conhecimento é a única virtude e ignorância é o único vício
Eu sou uma pessoa feliz que dá muita importância as pequenas coisas da vida...
Quando me amei de verdade pude compreender que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa. Então eu pude relaxar
Quando eu me amei de verdade pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha verdade.
Quando me amei de verdade parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo que acontece contribui para o meu crescimento.
Quando me amei de verdade comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma coisa ou alguém que ainda não está preparado - inclusive eu mesmo.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Isso quer dizer: pessoas, tarefas e crenças que me pusessem pra baixo. Minha razão chamou isso de egoísmo, mas hoje sei que é amor-próprio.
Quando me amei de verdade deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer planos. Hoje faço o que acho certo e no meu próprio ritmo. Como isso é bom!
Quando me amei de verdade desisti de querer ter sempre razão, e com isso errei muito menos vezes
Quando me amei de verdade desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar como o futuro. Isso me mantém no presente, que é onde a vida acontece.
A certa altura do filme Crimes e Pecados, o personagem interpretado por Woody Allen diz: “Nós somos a soma das nossas decisões".
Essa frase acomodou-se na minha massa cinzenta e de lá nunca mais saiu.
Compartilho do ceticismo de Allen: A gente é o que a gente escolhe ser.
O destino pouco tem a ver com isso. Desde pequenos aprendemos que, ao fazer uma opção, estamos descartando outra, e de opção em opção vamos tecendo essa teia que se convencionou chamar "minha vida".
Não é tarefa fácil. No momento em que se escolhe ser fisioterapeuta, se está
abrindo mão de ser piloto de avião.
Ao optar pela vida de ator, será quase impossível conciliar com a
arquitetura.
No amor, a mesma coisa: Namora-se um, outro, e mais outro, num excitante vaivém de romances.
Até que chega um momento em que é preciso decidir entre passar o resto
da vida sem compromisso formal com alguém.
Apenas vivenciando amores e deixando-os ir embora quando se findam, ou casar, e através do casamento fundar uma microempresa, com direito a casa própria, orçamento doméstico e responsabilidades.
As duas opções têm seus prós e contras:
Viver sem laços e viver com laços...
Escolha:
Beber até cair ou virar vegetariano e budista?
Todas as alternativas são válidas, mas há um preço a pagar por elas.
Quem dera pudéssemos ser uma pessoa diferente a cada 6 meses, ser
casados de segunda a sexta e solteiros nos finais de semana, ter filhos quando se está bem-disposto e não tê-los quando se está cansado.
Por isso é tão importante o auto conhecimento. por isso é necessário ler muito, ouvir os outros, estagiar em várias tribos, prestar atenção ao que acontece em volta e não cultivar preconceitos.
Nossas escolhas não podem ser apenas intuitivas, elas têm que refletir o que a gente é.
Lógico que se deve reavaliar decisões e trocar de caminho:Ninguém é o mesmo para sempre. Mas que essas mudanças de rota venham para acrescentar, e não para anular a vivência do caminho anteriormente percorrido.
A estrada é longa e o tempo é curto. Não deixe de fazer nada que queira, mas tenha responsabilidade e maturidade para arcar com as conseqüências destas ações.
Lembrem-se:
Suas escolhas têm 50% de chance de darem certo, mas também 50% de chance de darem errado.
A escolha é sua...eu já fiz as minhas,mais o destino e traiçoeiro,nada e 100% confirmado,lute a cada por minhas metas e sonhos
Grande bjo e abraços a todosDehzin